O Método Convertiz

Seis etapas que tiram um setor do braço e colocam para rodar sozinho.

O mesmo método para todo setor, aplicado um de cada vez. Começa pelo processo escrito e termina com o número no painel do dono.
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Onde toda empresa começa

Funções manuais, dados dispersos e a visão do dono.

Toda operação chega com as mesmas três realidades. Trabalho tocado no braço, por pessoas. Informação espalhada em sistema, planilha e conversa. E o conhecimento mais valioso da empresa guardado na cabeça do fundador.

O método existe para transformar isso em processo, sistema e número. Setor por setor: comercial, atendimento, financeiro, cobrança, operação, RH, jurídico.

As seis etapas

O que fazemos em cada volta.

  1. 01

    Sistemas personalizados

    Antes de construir, escrevemos. Para cada função do setor, mapeamos o processo, as tarefas, os dados, as regras, os gargalos, as ferramentas, o padrão-ouro e o retorno esperado. Só então construímos o sistema que executa aquele processo, não um modelo genérico adaptado.

  2. 02

    Geração de dados

    A operação passa a produzir número a cada ação. Lead que entrou, pedido que saiu, cobrança que venceu. O que antes morria numa conversa de WhatsApp vira registro.

  3. 03

    Visualização

    O número vira painel. O dono abre a tela e enxerga o setor de hoje, não o relatório da semana passada montado à mão.

  4. 04

    Centralização 360

    Tudo num lugar só. Acaba a planilha paralela, o arquivo que só um funcionário sabe onde está e a informação que precisa ser pedida para três pessoas.

  5. 05

    Tomada de decisão

    Com o número na mesa, a decisão sai do achismo. Contratar ou não, apertar qual etapa, onde está o gargalo desta semana. Tudo com base no que o setor está mostrando.

  6. 06

    Automatização

    O que é repetível passa a rodar sozinho, dentro do processo escrito na primeira etapa. Aqui entra a IA, no lugar certo e com regra clara, e o setor melhora a cada volta.

A regra do método

Processo primeiro. Automatizar bagunça só deixa a bagunça mais rápida.

A maioria das tentativas de automação falha porque começa pela última etapa. Liga a ferramenta em cima de um processo que ninguém escreveu, e o time continua fazendo na mão por fora. Por isso a primeira etapa é sempre o processo, e a automatização é sempre a última.

E o método não termina no dia 90. A cada volta, o setor gera mais dado, o painel fica mais preciso e o que roda sozinho fica mais inteligente.

Empresa autônoma = margem.

O método repete e fica mais inteligente a cada volta.

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